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	<title>Caon &#38; Advogados Associados</title>
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		<title>Denúncia &#8211; abuso de poder</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 11:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caon &#38; Advogados Associados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conferindo a denúncia, o julgador se obriga a examinar a existência das normas criminais nela inseridas, a ausência de justa causa e o legítimo interesse do Estado em acusar, enfim, constatar o conhecido fumus boni juris para que a ação penal contenha condições de viabilidade, podendo rejetitá-la, como permite o art. 43 do CPP, evitando-se, também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Conferindo a denúncia, o julgador se obriga a examinar a existência das normas criminais nela inseridas, a ausência de justa causa e o legítimo interesse do Estado em acusar, enfim, constatar o conhecido <span style="text-decoration: underline;"><em>fumus</em></span> <em><span style="text-decoration: underline;">boni</span> <span style="text-decoration: underline;">juris</span></em> para que a ação penal contenha condições de viabilidade, podendo rejetitá-la, como permite o art. 43 do CPP, evitando-se, também e inclusive, o <span style="text-decoration: underline;"><em>abuso</em></span> <span style="text-decoration: underline;"><em>de</em></span> <span style="text-decoration: underline;"><em>pode</em></span>r, outra causa expressiva para  sua rejeição.</h3>
]]></content:encoded>
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		<title>Conferência</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 11:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caon &#38; Advogados Associados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Isto resulta na obrigação do magistrado proceder conferência para saber se o Ministério Público obedeceu as regras do art. 41 do CPP.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Isto resulta na obrigação do magistrado proceder conferência para saber se o Ministério Público obedeceu as regras do art. 41 do CPP.</h3>
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		<title>Autoria coletiva</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 11:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caon &#38; Advogados Associados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Demais disso, quando se trata de delito aribuído a vários agentes, corréus, a conduta de cada participante deve vir descrita a contento, mesmo resumidamente, sob pena de tornar inepta a denúncia, por força de nulidade absoluta.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Demais disso, quando se trata de delito aribuído a vários agentes, corréus, a conduta de cada participante deve vir descrita a contento, mesmo resumidamente, sob pena de tornar inepta a denúncia, por força de nulidade absoluta.</h3>
]]></content:encoded>
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		<title>Súdito</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 11:06:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caon &#38; Advogados Associados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dentro desse quadro, a denúncia deve descrever o enredo situando-o em tempo e lugar bem determinados, pois o MP não é o senhor absoluto da ação penal, tese ultrapassada de muito, e, além de tudo, por certo, o juiz dela não é  súdito, recebendo-a sem cuidados maiores.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Dentro desse quadro, a denúncia deve descrever o enredo situando-o em tempo e lugar bem determinados, pois o MP não é o senhor absoluto da ação penal, tese ultrapassada de muito, e, além de tudo, por certo, o juiz dela não é  súdito, recebendo-a sem cuidados maiores.</h3>
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		<title>Denúncia inepta</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 10:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caon &#38; Advogados Associados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Velho é o entendimento das cortes pátrias de que a denúncia deve se lastrear num mínimo de razoabilidade, de certeza, com descrição efetiva dos fatos, bem descritos, além da tipicidade, sob pena de impossibilitar o trabalho do  réu, porque inepta, violando um direito constitucionalmente garantido, que é a ampla defesa.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Velho é o entendimento das cortes pátrias de que a denúncia deve se lastrear num mínimo de razoabilidade, de certeza, com descrição efetiva dos fatos, bem descritos, além da tipicidade, sob pena de impossibilitar o trabalho do  réu, porque inepta, violando um direito <em><span style="text-decoration: underline;">constitucionalmente</span> <span style="text-decoration: underline;">garantido</span></em>, que é a ampla defesa.</h3>
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		<title>Rejeição</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 11:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caon &#38; Advogados Associados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Admitiu-se a inépcia da vestibular no assunto abaixo citado, certamente por desrespeito às regras indisputáveis do art. 41, do CPP, o que é raro, raríssimo, de se ver nos dias de hoje. 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Admitiu-se a inépcia da vestibular no assunto abaixo citado, certamente por desrespeito às regras indisputáveis do art. 41, do CPP, o que é raro, raríssimo, de se ver nos dias de hoje. </h3>
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		<title>Desembargador</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 11:29:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caon &#38; Advogados Associados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O STJ rejeitou denúncia contra desembargador do TRF 4 e advogados, acusados por violaraem os arts.  288 (quadrilha ou bando),  325 (violação de sigilo funcional) e  357 (exploração de prestígio). todos do Código Penal. A relatora, ministra Laurita Vaz, entendeu que havia prescrição atinente ao delito de formação de quadrilha, e quanto às demais imputações, reconheceu a inépcia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">O STJ rejeitou denúncia contra desembargador do TRF 4 e advogados, acusados por violaraem os arts.  288 (quadrilha ou bando),  325 (violação de sigilo funcional) e  357 (exploração de prestígio). todos do Código Penal. A relatora, ministra Laurita Vaz, entendeu que havia prescrição atinente ao delito de formação de quadrilha, e quanto às demais imputações, reconheceu a inépcia da denúncia. O magistrado, em tese,  teria se assenhorado de documentos sigilosos e repassados a advogados.<a href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=105745">http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=105745</a></h3>
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		<title>Amapá</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 11:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caon &#38; Advogados Associados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Amapá, por calúnia, art. 138 do CP, Promotor de Justiça responde  a 21 queixas-crime intentadas por deputados da Assembléia Legislativa daquele Estado, porquanto criticou o recebimento pelos parlamentares de  R$ 100 mil mensais a título de verba indenizatória, consoante noticiou o jornal Diário Catairnense de hoje, folhas 8.  
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">No Amapá, por calúnia, art. 138 do CP, Promotor de Justiça responde  a 21 queixas-crime intentadas por deputados da Assembléia Legislativa daquele Estado, porquanto criticou o recebimento pelos parlamentares de  R$ 100 mil mensais a título de verba indenizatória, consoante noticiou o jornal Diário Catairnense de hoje, folhas 8.  </h3>
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		<title>Pena de morte</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 11:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caon &#38; Advogados Associados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora terríveis os crimes de que é acusado o general sérvio Mladic, ainda assim, somos contrários à pena de morte.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Embora terríveis os crimes de que é acusado o general sérvio Mladic, ainda assim, somos contrários à pena de morte.</h3>
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		<title>Ratko Mladic</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 11:08:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caon &#38; Advogados Associados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Arrogante, Ratko Mladi, o &#8220;açougueiro da Bósnia&#8221;, apresentou-se ao Tribunal Penal Internacional de Haia, Holanda, a fim de ser julgado por genocídio. Em 1995, 8 mil pessoas foram mortas sob sua responsabilidade, destacando-se o massacre de Srebrenica. O conflito dos Balcãs matou 100 mil pessoas,  num projeto idiota de limpeza étnica, comandado pelo acusado,  que procurava expulsar muçulmanos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Arrogante, Ratko Mladi, o &#8220;açougueiro da Bósnia&#8221;, apresentou-se ao Tribunal Penal Internacional de Haia, Holanda, a fim de ser julgado por genocídio. Em 1995, 8 mil pessoas foram mortas sob sua responsabilidade, destacando-se o massacre de Srebrenica. O conflito dos Balcãs matou 100 mil pessoas,  num projeto idiota de limpeza étnica, comandado pelo acusado,  que procurava expulsar muçulmanos e croatas da Bósnia.</h3>
]]></content:encoded>
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